Relatório do Incra afirma que Rio dos Macacos é quilombo
Desde as nove horas da manhã, aproximadamente 50 pessoas entre ativistas e moradores da Comunidade Quilombo Rio dos Macacos, estiveram reunidos com O superintendente regional do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) na Bahia, Marcus Nery, a fim de exigir uma justificativa para a não publicação do RTID- Relatório Técnico de Identificação e Delimitação da comunidade no Diário Oficial concluído no inicio do mês pelo órgão.
Como encaminhamento o representante do INCRA Marco Neri, se comprometeu em dar retorno sobre o prazo da publicação do documento no Diário Oficial, mas após quatro horas sem feedback, quilombolas e ativistas decidiram ocupar a sede do INCRA, até que o órgão tome uma posição.
No inicio do mês de julho antropólogos e técnicos do INCRA, realizaram pesquisa junto a Comunidade Quilombola Rio dos Macacos a fim de comprovar que realmente a região trata-se de um quilombo. Após o término da pesquisa o INCRA deveria publicar a relatoria no Diário Oficial para legitimar a posse das terras dos quilombolas e anular a remoção das famílias.
Desde as nove horas da manhã, aproximadamente 50 pessoas entre ativistas e moradores da Comunidade Quilombo Rio dos Macacos, estiveram reunidos com O superintendente regional do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) na Bahia, Marcus Nery, a fim de exigir uma justificativa para a não publicação do RTID- Relatório Técnico de Identificação e Delimitação da comunidade no Diário Oficial concluído no inicio do mês pelo órgão.
Como encaminhamento o representante do INCRA Marco Neri, se comprometeu em dar retorno sobre o prazo da publicação do documento no Diário Oficial, mas após quatro horas sem feedback, quilombolas e ativistas decidiram ocupar a sede do INCRA, até que o órgão tome uma posição.
No inicio do mês de julho antropólogos e técnicos do INCRA, realizaram pesquisa junto a Comunidade Quilombola Rio dos Macacos a fim de comprovar que realmente a região trata-se de um quilombo. Após o término da pesquisa o INCRA deveria publicar a relatoria no Diário Oficial para legitimar a posse das terras dos quilombolas e anular a remoção das famílias.



